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Pedro Antonio de Alarcon – El sombrero de tres picos – Historia verdadera de un sucedido que anda en romances – escrita ahora tal y como pasó

EText-No. 29506
Title: El sombrero de tres picos – Historia verdadera de un sucedido que anda en romances – escrita ahora tal y como pasó
Author: Alarcón, Pedro Antonio de, 1833-1891
Language: Spanish
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EText-No. 29506
Title: El sombrero de tres picos – Historia verdadera de un sucedido que anda en romances – escrita ahora tal y como pasó
Author: Alarcón, Pedro Antonio de, 1833-1891
Language: Spanish
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EText-No. 29506
Title: El sombrero de tres picos – Historia verdadera de un sucedido que anda en romances – escrita ahora tal y como pasó
Author: Alarcón, Pedro Antonio de, 1833-1891
Language: Spanish
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EText-No. 29506
Title: El sombrero de tres picos – Historia verdadera de un sucedido que anda en romances – escrita ahora tal y como pasó
Author: Alarcón, Pedro Antonio de, 1833-1891
Language: Spanish
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EText-No. 29506
Title: El sombrero de tres picos – Historia verdadera de un sucedido que anda en romances – escrita ahora tal y como pasó
Author: Alarcón, Pedro Antonio de, 1833-1891
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EText-No. 29506
Title: El sombrero de tres picos – Historia verdadera de un sucedido que anda en romances – escrita ahora tal y como pasó
Author: Alarcón, Pedro Antonio de, 1833-1891
Language: Spanish
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Pinto, Alexandre Alberto da Rocha de Serpa – Como eu atravessei Àfrica do Atlantico ao mar Indico, volume primeiro

EText-No. 20508
Title: Como eu atravessei Àfrica do Atlantico ao mar Indico, volume primeiro
Author: Pinto, Alexandre Alberto da Rocha de Serpa, 1846-1900
Language: Portuguese
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EText-No. 20508
Title: Como eu atravessei Àfrica do Atlantico ao mar Indico, volume primeiro
Author: Pinto, Alexandre Alberto da Rocha de Serpa, 1846-1900
Language: Portuguese
Link: 2/0/5/0/20508/20508-h/20508-h.htm

EText-No. 20508
Title: Como eu atravessei Àfrica do Atlantico ao mar Indico, volume primeiro
Author: Pinto, Alexandre Alberto da Rocha de Serpa, 1846-1900
Language: Portuguese
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EText-No. 20508
Title: Como eu atravessei Àfrica do Atlantico ao mar Indico, volume primeiro
Author: Pinto, Alexandre Alberto da Rocha de Serpa, 1846-1900
Language: Portuguese
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EText-No. 20508
Title: Como eu atravessei Àfrica do Atlantico ao mar Indico, volume primeiro
Author: Pinto, Alexandre Alberto da Rocha de Serpa, 1846-1900
Language: Portuguese
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EText-No. 20508
Title: Como eu atravessei Àfrica do Atlantico ao mar Indico, volume primeiro
Author: Pinto, Alexandre Alberto da Rocha de Serpa, 1846-1900
Language: Portuguese
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EText-No. 20783
Title: Como eu atravessei Àfrica do Atlantico ao mar Indico, volume segundo
Author: Pinto, Alexandre Alberto da Rocha de Serpa, 1846-1900
Language: Portuguese
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EText-No. 20783
Title: Como eu atravessei Àfrica do Atlantico ao mar Indico, volume segundo
Author: Pinto, Alexandre Alberto da Rocha de Serpa, 1846-1900
Language: Portuguese
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EText-No. 20783
Title: Como eu atravessei Àfrica do Atlantico ao mar Indico, volume segundo
Author: Pinto, Alexandre Alberto da Rocha de Serpa, 1846-1900
Language: Portuguese
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EText-No. 20783
Title: Como eu atravessei Àfrica do Atlantico ao mar Indico, volume segundo
Author: Pinto, Alexandre Alberto da Rocha de Serpa, 1846-1900
Language: Portuguese
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EText-No. 20783
Title: Como eu atravessei Àfrica do Atlantico ao mar Indico, volume segundo
Author: Pinto, Alexandre Alberto da Rocha de Serpa, 1846-1900
Language: Portuguese
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EText-No. 20783
Title: Como eu atravessei Àfrica do Atlantico ao mar Indico, volume segundo
Author: Pinto, Alexandre Alberto da Rocha de Serpa, 1846-1900
Language: Portuguese
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Macedo, José Agostinho de – Epistola de Manoel Mendes Fogaça – Dirigida de lisboa a hum amigo da sua terra, em que lhe – refere como de repente se fez poeta, e lhe conta as proezas – de hum rafeiro

EText-No. 27544
Title: Epistola de Manoel Mendes Fogaça – Dirigida de lisboa a hum amigo da sua terra, em que lhe – refere como de repente se fez poeta, e lhe conta as proezas – de hum rafeiro.
Author: Macedo, José Agostinho de, 1761-1831
Language: Portuguese
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EText-No. 27544
Title: Epistola de Manoel Mendes Fogaça – Dirigida de lisboa a hum amigo da sua terra, em que lhe – refere como de repente se fez poeta, e lhe conta as proezas – de hum rafeiro.
Author: Macedo, José Agostinho de, 1761-1831
Language: Portuguese
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EText-No. 27544
Title: Epistola de Manoel Mendes Fogaça – Dirigida de lisboa a hum amigo da sua terra, em que lhe – refere como de repente se fez poeta, e lhe conta as proezas – de hum rafeiro.
Author: Macedo, José Agostinho de, 1761-1831
Language: Portuguese
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EText-No. 27544
Title: Epistola de Manoel Mendes Fogaça – Dirigida de lisboa a hum amigo da sua terra, em que lhe – refere como de repente se fez poeta, e lhe conta as proezas – de hum rafeiro.
Author: Macedo, José Agostinho de, 1761-1831
Language: Portuguese
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EText-No. 27544
Title: Epistola de Manoel Mendes Fogaça – Dirigida de lisboa a hum amigo da sua terra, em que lhe – refere como de repente se fez poeta, e lhe conta as proezas – de hum rafeiro.
Author: Macedo, José Agostinho de, 1761-1831
Language: Portuguese
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França, Clemente Ferreira – Memoria sobre as diversas salgas da sardinha – com o methodo de aproveitar as enxovas, e sobre a salga – dos peixes grossos, como atum, corvinas, pescadas, gorazes, – ruivos, e outros semelhantes etc

EText-No. 36560
Title: Memoria sobre as diversas salgas da sardinha – com o methodo de aproveitar as enxovas, e sobre a salga – dos peixes grossos, como atum, corvinas, pescadas, gorazes, – ruivos, e outros semelhantes etc
Author: França, Clemente Ferreira
Language: Portuguese
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EText-No. 36560
Title: Memoria sobre as diversas salgas da sardinha – com o methodo de aproveitar as enxovas, e sobre a salga – dos peixes grossos, como atum, corvinas, pescadas, gorazes, – ruivos, e outros semelhantes etc
Author: França, Clemente Ferreira
Language: Portuguese
Link: 3/6/5/6/36560/36560-h/36560-h.htm

EText-No. 36560
Title: Memoria sobre as diversas salgas da sardinha – com o methodo de aproveitar as enxovas, e sobre a salga – dos peixes grossos, como atum, corvinas, pescadas, gorazes, – ruivos, e outros semelhantes etc
Author: França, Clemente Ferreira
Language: Portuguese
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EText-No. 36560
Title: Memoria sobre as diversas salgas da sardinha – com o methodo de aproveitar as enxovas, e sobre a salga – dos peixes grossos, como atum, corvinas, pescadas, gorazes, – ruivos, e outros semelhantes etc
Author: França, Clemente Ferreira
Language: Portuguese
Link: 3/6/5/6/36560/36560-8.txt
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EText-No. 36560
Title: Memoria sobre as diversas salgas da sardinha – com o methodo de aproveitar as enxovas, e sobre a salga – dos peixes grossos, como atum, corvinas, pescadas, gorazes, – ruivos, e outros semelhantes etc
Author: França, Clemente Ferreira
Language: Portuguese
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EText-No. 36560
Title: Memoria sobre as diversas salgas da sardinha – com o methodo de aproveitar as enxovas, e sobre a salga – dos peixes grossos, como atum, corvinas, pescadas, gorazes, – ruivos, e outros semelhantes etc
Author: França, Clemente Ferreira
Language: Portuguese
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José Martiniano de Alencar – Como e porque sou romancista

EText-No. 29040
Title: Como e porque sou romancista
Author: Alencar, José Martiniano de, 1829-1877
Language: Portuguese
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EText-No. 29040
Title: Como e porque sou romancista
Author: Alencar, José Martiniano de, 1829-1877
Language: Portuguese
Link: 2/9/0/4/29040/29040-h/29040-h.htm

EText-No. 29040
Title: Como e porque sou romancista
Author: Alencar, José Martiniano de, 1829-1877
Language: Portuguese
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EText-No. 29040
Title: Como e porque sou romancista
Author: Alencar, José Martiniano de, 1829-1877
Language: Portuguese
Link: 2/9/0/4/29040/29040-8.txt
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EText-No. 29040
Title: Como e porque sou romancista
Author: Alencar, José Martiniano de, 1829-1877
Language: Portuguese
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EText-No. 29040
Title: Como e porque sou romancista
Author: Alencar, José Martiniano de, 1829-1877
Language: Portuguese
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Rinaldo d’Aquino, Meglio val dire ciò c’omo à ‘n talento

Meglio val dire ciò c’omo à ‘n talento,
ca vivere in penare istando muto
solo ched agia tal cominzamento
che, di po’ ‘l dire, non vegna pentuto;
chè ben pot’omo far tal movimento,
pu[r] ragion agia, non este ‘ntenduto;
per zo di diri agia avegiamento,
che non si blasmi de lo suo creduto.
E saccio ben c’a molti è adivenuto,
zo c’àn detto non à loco neiente;
sempre di lor de’ omo avere spera,
che folleggiando àn zo ched àn voluto,
non per saper, nè per esser temente:
chi cusì face, certo ben finèra.

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Re Giovanni, Donna, audite como

Donna, audite como
mi tegno vostro omo
e non d’altro segnore.
La mia vita fina
voi l’avete in dot[t]rina
ed in vostro tenore.
Oi chiarita spera!
la vostra dolze ciera
de l’altr[e] è genzore.
Così similemente
è lo vostro colore:
color non vio sì gente
nè ‘n tinta, nè ‘n fiore;
ancor la fior sia aulente,
voi avete il dolzore.
Dolze tempo e gaudente
inver[i] la pascore!
ogn’om che ama altamente
si de’ aver bon core
di cortese e valente
e le[a]l servitore
inver donna piagente,
cui ama a tut[t]ore.
Tut[t]ora de’ guardare
di fare fallanza
chè non è da laudare
chi non à leanza,
e ben de’ om guardare
la sua [o]noranza.
Certo be[n] mi pare
che si facc[i]a blasmare
chi si vuole orgogliare
là ove non à possanza.
E chi ben vuol fare,
sì si de’ umiliare
inver sua donna amare
e fare conosc[i]anza.
Or venga a rid[d]are
chi ci sa [ben] andare,
e chi à intendanza
si degia allegrare
e gran gioia menare
per [sua] fin[a] amanza;
chi no lo sa fare,
non si facc[i]a blasmare
di trarersi a danza.
Fino amor m’à comandato
ch’io m’allegri tut[t]avia,
faccia sì ch’io serva a grato
a la dolze donna mia,
quella c’amo più ‘n celato
che Tristano non facia
Isotta, como cantato,
ancor che li fosse zia.
Lo re Marco era ‘nganato
perchè ‘n lui si confidia:
ello n’era smisurato
e Tristan se ne godia
de lo bel viso rosato
ch’ Isaotta blond’ avia:
ancor che fosse pec[c]ato,
altro far non ne potia,
c’a la nave li fui dato
onde ciò li dovenia.
Nullo si facc[i]a mirato
s’io languisco tut[t]avia,
ch’io sono più ‘namorato
che null’altro omo che sia.
Perla, fior de le contrate,
che tut[t]e l’altre passate
di belleze e di bontate,
donzelle, or v’adornate,
tut[t]e a madon[n]a andate
e mercede le chiamate,
che di me agia pietate;
di que’, ch’ell’à, rimembranza
le degiate portare;
già mai ‘n altra [‘n]tendanza
non mi voglio penare,
se no ‘n lei per amanza,
chè lo meglio mi pare.
Dio mi lasci veder la dia
ch’io serva a madonna mia
a piacimento,
ch[e] io servire le vor[r]ia
a la fiore di cortesia
e insegnamento.
Meglio mi tegno per pagato
di madonna,
go che s’io avesse lo contato
di Bologna
e la Marca e lo ducato
di Guascogna.
E le donne e le donzelle
rendano le lor castelle
senza tinere.
Tosto tosto vada fore
chi non ama di bon core
a piacere.

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Guittone d’Arezzo, Deo, como pote adimorar piacere

Deo, como pote adimorar piacere
o amistate alcuna, a bon talento,
en me verso di quella, che parere
mortalmente nemica me la sento?
Ch’eo l’ho servita a tutto ‘l me podere,
e ‘n chererli mercé già no alento
che solamente deggia sostenere
senn’e orgoglio e facciami contento.
E non mi val; und’eo tormento e doglio
di tal guisa, che se ‘l vedesse pento
chi m’odia a morte, si nd’avria cordoglio.
E tutto ciò non cangia in lei talento,
ma sempre sì n’avanza il fero orgoglio;
ed so di lei amar però non pento.

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Luis de Camoes – Oh como se me alonga de anno em ano

Oh como se me alonga de anno em ano
A peregrinação cansada minha!
Como se encurta, e como ao fim caminha
Este meu breve e vão discurso humano!
Mingoando a idade vai, crescendo o dano;
Perdeo-se-me hum remedio, que inda tinha:
Se por experiencia se adivinha,
Qualquer grande esperança he grande engano.
Corro apoz este bem que não se alcança;
No meio do caminho me fallece;
Mil vezes caio, e perco a confiança.
Quando elle foge, eu tardo; e na tardança,
Se os olhos ergo a ver se inda apparece,
Da vista se me perde, e da esperança.

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