Letteratura Portoghese

Luís Vaz de Camões – Os Lusíadas General concordances © 2012 – Valerio Di Stefano Licenza: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.5/ Filename Size Date conclusiadas.doc 7,750,656  10/27/12  3:08 am conclusiadas.odt 2,351,547  10/27/12  3:09 am conclusiadas.pdf 5,853,183  10/27/12  3:07 am conclusiadas.rtf 31,172,630  10/27/12  3:08 am demo.pdf 66,819  10/27/12  3:11 am Download (PDF, 65KB) 200 Views

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Luis de Camoes – No tempo que de amor viver sohia

No tempo que de amor viver sohia, Nem sempre andava ao remo ferrolhado; Antes agora livre, agora atado, Em várias flammas variamente ardia. Que ardesse n’hum só fogo não queria O Ceo porque tivesse exprimentado Que nem mudar as causas ao cuidado Mudança na ventura me faria. E se algum…

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Luis de Camoes – Illustre e digno ramo dos Menezes

Illustre e digno ramo dos Menezes, Aos quaes o providente e largo Ceo (Que errar não sabe) em dote concedeo, Rompessem os Maometicos arnezes; Desprezando a Fortuna e seus revezes, Ide para onde o Fado vos moveo; Erguei flammas no mar alto Erythreo, E sereis nova luz aos Portuguezes. Opprimi…

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Luis de Camoes – De pungentes estimulos ferido

De pungentes estimulos ferido O Regedor dos ceos e humilde terra, Sôbre ti manda, desastrada Lysia, Effeitos da sua íra. A peste armada destruir teu povo A um seu leve aceno vôa logo: Estraga, fere, mata sanguinosa, Despiedada e crua. Despenhada no abysmo da ruina, Fugir pretendes aos accesos raios,…

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